ASMIR FAZ REUNIÃO COM PENSIONISTAS EM PALMAS – TO, SOBRE PAGAMENTO DA PROGRESSÃO.

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Na manhã do dia 07 de agosto de 2014, na sede da ASMIR, em Palmas – TO, foi realizada uma reunião com as pensionistas que ainda não receberam a progressão, beneficio de correção dos valores das pensões trazidas pela Lei Nº 2.823/2013.

Também participou da reunião a convite do Presidente da ASMIR Cap. PM RR Raimundo Sulino dos Santos, o Cel QOPM Luiz Claudio Gonçalves Benicio – Comandante Geral da PMTO.

Após ouvir o Presidente da ASMIR e as pensionistas sobre o atraso do IGEPREV, em fazer o pagamento da progressão para os pensionistas que tiveram suas pensões concedidas após 2005, bem como, sobre a necessidade de se realizar alteração na legislação do IGEPREV, visando conceder a esses pensionistas o direito a “Paridade” (reajuste das pensões na mesma data e percentual que for concedido aos subsídios dos militares).

Ao final, o Cel Benicio, se comprometeu em fazer gestão junto ao Presidente do IGEPREV para que aquele órgão decida o mais rápido possível sobre o pagamento da progressão, e que também, iria determinar a assessoria jurídica da PMTO a agilizar os estudos já em andamento, para propor alteração na legislação do IGEPREV, a fim de conceder aos pensionistas a paridade reivindicada.

ASMIR lamenta a pouca participação das pensionistas nesta reunião, oportunidade impar para o encaminhamento das reivindicações, pois,  dos mais de 350 pensionistas que ainda não receberam a progressão e  não  tem a paridade como forma de reajustar o valor de suas pensão, apenas 05 pensionistas compareceram.  Lembrando a todos os pensionistas interessados que reivindicações dessa natureza para ser atendida precisa da participação e mobilização de todos, e que, a força da Entidade é a participação dos associados e da categoria. 

ASMIR está fazendo sua parte e continua a disposição de todos os pensionistas, bem como, juntamente com providência administrativa que já vem tomando, também está estudando a viabilidade de ingressar na justiça com às ações judiciais cabíveis, tanto referente a “progressão” como  a “paridade”.

Só lembrado, “quem não luta pelos seus direitos não é digno deles”.

 

 

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