EM AUDIÊNCIA PÚBLICA CAPITÃO SULINO DEFENDE QUE DINHEIRO DO IGEPREV DEVE SER EMPRESTADO PARA SERVIDORES EFETIVOS.
Durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa no dia 5/11/2013, para debater os desvios de recursos do Instituto de Gestão Previdenciária dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins – IGEPREV, O Cap PM RR Raimundo Sulino dos Santos, presidente da ASMIR, defendeu que a nova Lei que vai reestruturar o IGEPREV, deve possibilitar que os recursos do fundo de previdência (recursos dos servidores), sejam emprestado na modalidade consignação em folha de pagamento, para os próprios servidores públicos efetivos no Estado.
Para o Cap Sulino, essa medida de empréstimo consignado, além de garantir segurança total de retorno do capital com maior rentabilidade, ajuda alcançar a "meta atuarial”, e ainda atende as necessidades dos próprios servidores.
Segundo o Cap sulino, que há tempo vem defendendo essa idéia junto aos Presidentes de Sindicatos e Associações representativas dos servidores públicos, espera que agora a mesma seja defendida por todos, haja vista, que pela forma atual como vem sendo emprestado esse recursos, já resultou prejuízo confirmados em R$ 153.639.160,71, ao IGEPREV, podendo chegar ao final a quinhentos milhões.
A audiência pública foi requerida pelo Deputado Estadual Sargento Aragão e presidido pelo Deputado Marcelo Lellis, contou com a participação da maioria dos Deputados daquela Casa, bem como, dos presidentes de Sindicatos e Associações que representam os servidores públicos.
Também participaram da audiência o Deputado Federal Osvaldo Reis e o ex-deputado federal Paulo Mourão, e o Diretor dos "Regimes Próprios de Previdência – RPPS", do Ministério da Previdência Social, Senhor Otoni Magalhães.
Ao final deliberou-se que será instalada uma CPI pela Assembleia Legislativa, com a finalidade de apurar com maior profundidade os desvios de recursos, com a responsabilização e o bloqueios dos bens dos culpados, bem como, aprovar uma Lei que reestruture a gestão operacional do IGEPREV de forma compartilhada com servidores.
Finalmente que os Sindicatos e Associações irão propor na justiça as ações judiciais cabíveis para tentar recuperar os recursos, bem como, responsabilizar os culpados com bloqueios dos respectivos bens.